sábado, 9 de outubro de 2010

John Lennon - 70 anos.

John Winston Ono Lennon MBE (Liverpool, 9 de outubro de 1940Nova Iorque, 8 de dezembro de 1980), foi um músico, compositor, escritor e ativista em favor da paz britânico.
John Lennon ganhou notoriedade mundial como fundador do grupo de rock britânico The Beatles. Na época da existência dos Beatles, John Lennon formou com James Paul McCartney o que seria uma das mais famosas duplas de compositores de todos os tempos, a dupla Lennon/McCartney. John Lennon foi casado com Cynthia Powell, e com ela teve o filho Julian. Em 1966, conheceu a artista plástica japonesa Yoko Ono. Em 1968, Lennon e Yoko produziram um álbum experimental, "Unfinished Music No.1: Two Virgins ", que causou controvérsia por apresentar o casal nu, de frente e de costas, na capa e contracapa. A partir deste momento, John e Yoko iniciariam uma parceria artística e amorosa. Cynthia Powell pediu o divórcio no mesmo ano, alegando adultério. Em 1969, o casal se casou numa cerimônia privada no rochedo de Gibraltar. Usaram a repercussão de seu casamento para divulgar um evento pela paz, chamado de "Bed in", ou "John e Yoko na cama pela paz", como um resultado prático de sua lua-de-mel, realizada no Hotel Hilton, em Amsterdã. No final do mesmo ano, Lennon comunicou aos seus parceiros de banda que estava deixando os Beatles. Ainda no mesmo período, Lennon devolveu sua medalha de Membro do Império Britânico à Rainha Elizabeth, como uma forma de protesto contra o apoio da Grã-Bretanha à guerra do Vietnã, o envolvimento da Inglaterra no conflito de Biafra e "o fraco desenvolvimento de Cold Turkey nas paradas de sucesso".
Em 10 de abril de 1970, Paul McCartney anunciou oficialmente o fim dos Beatles. Antes disso, John Lennon havia lançado outros dois álbuns experimentais, "Life with lions" e "Wedding album". Também lançara o compacto "Cold Turkey" e o disco ao vivo "Live peace in Toronto", creditados à banda "Plastic Ono Band", com a participação de Eric Clapton. No final do ano, sai o primeiro disco solo de Lennon, após o fim dos Beatles: John Lennon/Plastic Ono Band, que contou com a participação de Ringo Starr, Yoko Ono e Klaus Voormann.
Durante a década de 1970, John e Yoko envolveram-se em vários eventos políticos, como promoção à paz, pelos direitos das mulheres e trabalhadores e também exigindo o fim da Guerra do Vietnã. Seu envolvimento com líderes da extrema-esquerda estadunidense, com Jerry Rubin, Abbie Hoffman e John Sinclair, além de seu apoio formal ao Partido dos Panteras Negras, deu início a uma perseguição ilegal do governo Nixon ao casal. A pedido do Governo, a Imigração deu início a um processo de extradição de John Lennon dos EUA, que durou cerca de 3 anos, período em que John ficou separado de Yoko Ono por 18 meses, entre 1973 e 1975.
Após reconciliar-se com Yoko, vencer o processo de imigração e conseguir o Green Card, Lennon decidiu afastar-se da música para dedicar-se à criação de seu filho Sean Taro Ono Lennon, nascido no mesmo dia de seu aniversário em 1975. O casal voltou aos estúdios em 1980 para gravar um novo álbum, Double Fantasy, lançado em novembro. Era como um recomeço. Porém em 8 de dezembro do mesmo ano, John foi assassinado em Nova York por Mark David Chapman, quando retornava do estúdio de gravação junto com a mulher.
Dentre as composições de destaque de John Lennon (creditadas a Lennon/ McCartney) estão "Help!", "Strawberry Fields Forever" e "All You Need Is Love", "Revolution", "Lucy in the Sky with Diamonds", "Come Together","Across the Universe,"Don't Let Me Down" e na carreira solo "Imagine", "Instant Karma!", "Happy Xmas (War Is Over)", "Woman", "(Just Like) Starting Over" e "Watching the Wheels".
Em 2002, John Lennon entrou em oitavo lugar em uma pesquisa feita pela BBC como os 100 mais importantes britânicos de todos os tempos.
Recentemente, em 2008, John foi considerado pela revista Rolling Stone, o 5º melhor cantor de todos os tempos.

Jaguar: Não vale a pena ver de novo

Rio  - O horário eleitoral gratuito é um milagre: consegue ser o pior programa da tevê, até mesmo que o inominável ‘Hipertensão’ (ou coisa parecida), filho bastardo do ‘Big Brother’. Gratuito? Desde quando marqueteiros trabalham de graça? Candidatos (as) são vendidos — e mal — como produtos de supermercado. Chega de intermediários: marqueteiros no poder.
Ulysses Guimarães, nosso último estadista, morreu no mar de Angra. Canastrões e canastronas, pleiteando a presidência e outras bocas menos ricas, repetem como papagaios textos que beiram a indigência. A novela das eleições de 2010 é assustadoramente inferior à subliteratura de todas as novelas da tevê já exibidas. A coisa tá feia. Não me refiro apenas ao visual dos candidatos. Nenhum (a) pode ser considerado, convenhamos, um tipo de beleza. Serra parece um vampiro extraviado nos trópicos; Marina, a Frida Kahlo da selva, analfabeta até os 16 anos, tem mais vocabulário que a comissária Dilma. E aquele sorriso afivelado na cara deles? Deviam ter feito um curso intensivo de riso simpático. Como no bolero dos mexicanos do anúncio da tevê: “Que cosa triste”.
Aberrações nesta eleição: gente condenada por roubo, fraude e outras falcatruas poderá ser eleita com o nada-consta do TSE. O malfeitor Roriz, impedido, escalou a patroa, uma dona de casa, para substituí-lo. E o pior é que ela pode ganhar o debate final se for massacrada, como é previsível. Por quê? Vão ficar com pena dela, tadinha. É asqueroso jogar a mulher às feras, como fez Roriz. Vai aí a culpa dos eleitores que votaram em Roriz e Garotinho.
Tiririca é pior que Cacareco: leva para o DF um bando de picaretas (como disse Lula). Menos mal: Picciani, Jader Barbalho, o aterrador Collor e outros da mesma laia foram barrados. Nada mais politicamente incorreto que a política. A democracia é o governo do povo, né? Mas o voto é obrigatório. Quem autorizou? Nós, o povo? É ruim, hein! Resumo da ópera: bleargh! Bleargh!

segunda-feira, 4 de outubro de 2010